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Chico Amaral pertence a uma geração de músicos que está entre o Clube da Esquina e a nova música feita em Minas. Ele circula com facilidade em meio a música instrumental mais densa, a música pop e a MPB. Esta característica encontra-se na sua maneira mais aberta de tocar e de se relacionar com públicos diferentes.

Chico AmaralA proposta de seu último cd “Província” almeja a divulgação para o público dessa nova música, feita com o senso de qualidade da música brasileira de sempre. O artista considera a música mineira adequada para a improvisação, tanto como o jazz, a bossa-nova, e a música instrumental brasileira o são. Com a diferença, o que justifica este projeto, de ter sido menos explorada. E com a vantagem, já exposta, de ser uma arte específica desta região.

Há alguns anos praticando a música destes artistas mineiros, ao lado de seu quarteto, Chico Amaral viu neste disco a possibilidade de consolidar estas ideias. A reunião de obras importantes de compositores mineiros arranjadas e interpretadas por músicos tarimbados com a participação dos autores nas faixas, constitui um mostruário de três gerações de músicos mineiros e reforça a qualidade musical do estado no seguimento instrumental.

Mais conhecido como letrista do Skank, Chico Amaral começou sua carreira em 1979, no conjunto de choro “Naquele Tempo”, quando tocou com Altamiro Carrilho e Cartola. Além do Skank, participou do trabalho de vários artistas, em shows e discos.

Tocou guitarra com Marcus Viana em seu grupo "Sagrado Coração da Terra"; gravou com Lulu Santos no disco “Assim Caminha a Humanidade” ; tocou em show com Jorge Benjor. Participou como convidado, de apresentações de Nivaldo Ornelas e Milton Nascimento. Como compositor foi gravado por diversos nomes da MPB, como Daniela Mercury, Ivete Sangalo, Milton Nascimento, Ney Matogrosso, Cidade Negra.

Vários artistas mineiros também gravaram suas músicas - Alda Resende, Angela Evans, Amaranto, Anthonio, Kadu Viana, Marina Machado, Maurício Tizumba, Regina Sousa entre outros.

Chico Amaral compôs com muitos artistas, além de Samuel Rosa. Entre seus parceiros estão Milton Nascimento, Lô Borges, Beto Guedes, Ed Motta, Erasmo Carlos, Totonho Villeroy, Affonsinho, Flávio Henrique, Leo Minax , Juarez Moreira, Flávio Renegado, Makely Ka entre outros.

Em 2002 gravou um CD instrumental, intitulado "Livramento", em parceria com Flávio Henrique com a participação de Milton Nascimento, Ed Motta e Marina Machado em faixas cantadas. Ainda em parceria com Flávio, coproduziu o CD “Baile das Pulgas” da cantora Marina Machado.

Uma de suas parcerias com Milton Nascimento, "Pietá", foi indicada para concorrer como melhor canção no Grammy Latino de 2003. Ganhou o Prêmio Multishow para a melhor canção de 2004, com a música “Vou Deixar”, em parceria com Samuel Rosa. Em 2005 compôs a trilha e o CD “Identidades” para o Grupo Corpo, no projeto Corpo Cidadão e produziu o CD “Aquele verbo agora” do artista Vander Lee com participações especiais nos shows de lançamento, CD que concorreu à indicação de melhor do ano, pelo Prêmio Tim de Música.

Em 2006 compôs, com Milton Nascimento, a canção “Balé da Utopia”, para filme "Sonhos e Desejos", de Marcelo Santiago (1997). Compôs também, com o Skank, em vários CDs da banda.  Foi um dos entrevistados no livro “Palavras Musicais” de Paulo Vilara, juntamente com os letristas Fernando Brant, Márcio Borges e Murilo Antunes.

Ganhou como saxofonista o prêmio de melhor instrumentista do concurso BDMG para compositores de música instrumental, edição 2007.

Sua parceria com Leo Minax na música “Tempo de Samba” entrou para a trilha do filme “Pudor”, produção espanhola de Tristán Ulloa e David Ulloa , com a letra original em português. No CD "Singular" esta música foi regravada com versão em espanhol.

Participou como integrante e solista da Big Band de Maria Scheneider na apresentação do festival de jazz de Ouro Preto, Tudo é Jazz, em setembro de 2007. Em dezembro de 2007 lançou o DVD “Hotel Maravilhoso” em parceria com Marina Machado e Flávio Henrique, uma produção de Ivan Caiafa.

Continua sua parceria junto ao Skank escrevendo letras além de outros parceiros. Segue fazendo shows de seu trabalho e eventualmente shows com a banda “Lado B” de música instrumental, que executa com arranjos próprios a obra de Milton Nascimento, juntamente com os músicos Lincoln Cheib, Wilson Lopes, Beto Lopes e Celso Alves.

Na noite belorizontina, o duo Chico Amaral e Celso Moreira apresentava clássicos da MPB: Pixinguinha, Nelson Cavaquinho, Cartola, Caymmi, Ary Barroso, Tom Jobim, João Gilberto e muitos outros. Privilegiam o lirismo melódico, junto com a riqueza harmônica e rítmica de música brasileira. Experientes improvisadores, acrescentavam uma pitada de jazz à sua performance.

Em 25 de Julho de 2012 recebe o prêmio "Jazz Mineiro do Festival da Savassi" e faz show de lançamento do CD instrumental "Província" na noite de abertura do festival no Palácio das Artes em Belo Horizonte.

Em 2013, escreveu e publicou o livro “A Música de Milton Nascimento”  fez o lançamento no Museu Abílio Barreto com a presença do Milton.

 Gravou e participou do DVD André Queiroz, 30 anos de carreira em 2015.

Em 2018 a Editora da UFMG relança o livro “ A Música de Milton Nascimento” com nova capa. Junto com outros músicos de sopro e percussão, criou a Big Band MG e lançou o CD de canções Plural, onde se apresenta  como cantor, além de tocar outros instrumentos como guitarra, violão e piano.  O CD é composto de canções próprias e parcerias com  Samuel Rosa, Leo Minax, Lô Borges, Beto Guedes e Flávio Renegado que também se apresenta como cantor em uma faixa e tem também a participação da cantora Marina Machado.

Ainda em 2018, além das apresentações instrumentais com seu quarteto formado por Lincoln Cheib, Eneias Xavier e Magno Alexandre atuou no projeto “Chico Amaral convida” Ed Motta, Leo Gandelman, Affonsinho e Marina Machado; Samuel Rosa, onde suas parcerias foram apresentadas.

Em 2019, além das apresentações da Big Band MG, acompanhou Sheldon Brown no festival de Tabuleiro, tocou no show e DVD Célio Balona 80 anos e em apresentações com o vilonista Juarez Moreira.

Apresenta-se com seu quarteto composto por experientes músicos – Chico Amaral – saxofone, Lincoln Cheib – bateria, Enéias Xavier – baixo e Magno Alexandre – guitarra, contemplando um repertório  que também privilegia a música de Minas, composições próprias e o melhor da música instrumental brasileira e do jazz americano. Cada apresentação se torna única, já que o quarteto sempre pratica a improvisação, na melhor tradição dos músicos de jazz.







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